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08 de dezembro de 2019
 
 Antídoto na Imprensa
05/03/2004
Caçadores querem aderir ao "Antídoto"

Caçadores querem aderir ao "Antídoto"
Público, Sexta-Feira, 5 de Março de 2004
por Marisa Miranda

O Programa Antídoto pretende estudar e conhecer a dimensão do uso de venenos em Portugal e estabelecer medidas de controlo desta prática, considerada uma séria ameaça à conservação de algumas espécies selvagens, como o abutre-negro, grifo, milhafre-real e o lobo ibérico. Embora em Portugal seja proibido o uso, posse e venda de alguns tóxicos, como a estricnina, esta substância continua a ser a mais detectada em animais mortos. Entre 1992 e 2003, de acordo com dados do "Antídoto", em território nacional, 506 animais (entre confirmados e suspeitos) morreram por envenenamento, um número que poderá ser apenas "a ponta do icebergue". Esta estratégia nacional contra o uso de venenos assenta na formação, sensibilização, divulgação, punição e promoção de alterações legislativas. o­ntem, todas as entidades envolvidas assumiram o compromisso de fazer esforços nas suas diversas áreas de trabalho, no dia-a-dia, para que os objectivos deste programa sejam aplicados, consoante os prazos definidos. E, entre as organizações que vão trabalhar no sentido de controlar o uso de venenos, estará, em breve, a Confederação Nacional dos Caçadores Portugueses, que apresentou o pedido de adesão e, "desde a primeira hora", aceitaram estar ao lado dos defensores da natureza.


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