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08 de dezembro de 2019
 
 Veneno na Imprensa
22/11/2006
Quatro cães mortos em Coimbra. 6 Caçadores envenenados

Fernando Rosa, o caçador em estado mais grave, esteve seis horas sob observação e a receber soro nos Hospitais da Universidade de Coimbra, no último domingo. Apresentava falta de ar, tonturas, picadas nos olhos e visão embaciada, arrepios de frio e a garganta seca.

“Pelas 10h30 os cães levantaram um coelho e perseguiram-no em direcção a umas casas numa encosta”, explicou ontem Fernando Rosa. “Quando regressaram, cinco ou dez minutos depois, vinham a cambalear. Três morreram no local e outro foi morrer a casa. Foi quase instantâneo”, acrescentou.

Os caçadores terão sido contaminados pelo produto venenoso, por inalação, quando tentaram reanimar os podengos. “Estamos desmoralizados, são coisas que marcam”, frisou o caçador, revelando que já foi feita uma queixa contra desconhecidos na GNR. “É preciso investigar e descobrir quem praticou este crime.” De acordo com Fernando Rosa, os animais mortos estão avaliados em cinco mil euros, além do valor moral.

O veneno não está identificado, mas o presidente da zona associativa de Rio de Galinhas – uma área de 1200 hectares – diz que vai interditar o local onde os cães morreram, junto à Portela do Gato, por precaução. Mário França diz-se surpreendido com este caso e não encontra explicação. “Nunca aconteceu aqui”, frisou.

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